quinta-feira, 23 de julho de 2020

Con[SENTIDOS] Divino


Con[SENTIDOS] Divino

Observas as belezas,
Visão...
Desfrutas dos sabores,
Gustação...
Sentes o aroma,
Olfatação...
Distingues o calor do frio,
Tateação...
Aprecias os sons,
Audição...
Percebes a essência da alma,
Espiritualização...

By Sylvio Fernando Mattos Xavier da Siva


By Sylvio Fernando Mattos Xavier da Siva

terça-feira, 14 de julho de 2020

sexta-feira, 10 de julho de 2020

Nós Mentais










Apesar do mar ainda ser poluído, não se pode deixar de apreciar as belezas da Beira Mar Norte/ Florianópolis. Que se apresentam de várias maneiras, desde: aves diversas e o design das rochas esculpidas pela erosão das intempéries do vento, chuva e mar. Que desatam os "nós" mentais, provocados pelo COVID e nos convidam a imaginar golfinhos petrificados querendo saltar...
By Sylvio Fernando Mattos Xavier da Silva

quinta-feira, 9 de julho de 2020

CONVITE



CONVITE

À noite chega,
LUAndo a vida...
A lua cheia,
Inteira a brilhar
Convite para amar...

BY Sylvio Fernando Mattos Xavier da Silva
Lua do dia 04/06/20
Fotos do celular

terça-feira, 7 de julho de 2020

NECOFILIA


NECOFILIA 
(amigos do NECO)   

Hoje tô triste Mané
Perdi o bar coração
Com Hercílio sem luz
Nada nos conduz...
Lá na "Praça do Amorim"
Agora ficou assim,
insípida, inodora e incolor...
Hoje não tem NECOfilia,
Não vai ter violão,
Nem seu Lidinho,
Pra dançar no salão.

By Sylvio Fernando Mattos Xavier da Silva

Inspirado no fechamento do "Bar Qualé Mané" devido ao COVID-19, mas se Deus quiser temporariamente e na música "Barra da Lagoa" do Neco. 
Querido Neco, se assim for teu desígnio o retorno acontecerá, mas tenha fé, força e coragem que estás guardado no coração...

quinta-feira, 2 de julho de 2020

BARBARIDADE


BARBARIDADE
Originária de raras,
"gotas de orvalho"'
Colhidas numa atmosfera
de gravitação de amor
Fusão com óvulo
Donde brotou linda flor!

Para Barbara minha filha
BY Sylvio Fernando Mattos Xavier da Silva

SINCERIDADE





Você é SINCERO?

"A palavra ‘sincera’ vem da junção de duas palavras do latim: sine cera.

A versão mais comum para a origem dessa palavra é que, em Roma, os escultores desonestos, quando esculpiam uma estátua de mármore com pequenos defeitos – trincas ou pequenas imperfeições no material ou na confecção – usavam uma cera especial para ocultar e esconder essas imperfeições nas estátuas e de um modo que o comprador não percebesse.

Com o tempo, as pessoas que compravam essas estátuas descobriam as imperfeições, ou seja, descobriam que era uma escultura “cum cera”. Os escultores honestos faziam questão de dizer que suas estátuas eram “sine cera”, ou seja, perfeitas, sem defeitos escondidos.

Há ainda outra versão para a origem da palavra. Segundo esta versão, os artesãos romanos fabricavam vasos de cera. Se a cera era de excelente qualidade – pura –, o vaso tinha uma transparência que permitia ver os objetos colocados dentro dele. Os romanos apreciavam muito um vaso assim e diziam que era um vaso que parecia não ter cera, sine cera, límpido, que deixava ver o que estava dentro dele." 
Quer saber mais, acesse o link:
https://m.epochtimes.com.br/conheca-origem-palavra-sincero/